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Eduardo Bolsonaro quer "legislar" do sofá nos EUA, enquanto mama a mamadeira brasileira e reclama de “perseguição política”

O deputado federal Eduardo Bolsonaro surpreendeu de novo ao solicitar ao presidente da Câmara, Hugo Motta, autorização para exercer seu mandato à distância. Alegando sofrer “perseguição política”, o filho do ex-presidente e futuro presidiário Jair Bolsonaro tenta transformar a ausência física no Congresso em um direito, mesmo diante das óbvias limitações legais.


A proposta, no entanto, esbarrou na resistência imediata: Hugo Motta já se manifestou contra a ideia, deixando claro que a presença de parlamentares nas sessões não é negociável. A tentativa de Eduardo de legislar remotamente expõe o quão absurdo o bolsonarismo tornou a política brasileira — que, convenhamos, já não era lá essas coisas. É fazer piada com a cara do povo e reafirmar, mais uma vez, quem paga pelos privilégios da casta política.


E, para fuder de vez, o sujeito ainda tem a cara de pau de reclamar de “perseguições”. Sinceramente, acredito que o bolsonarismo começou explorando a alienação de pessoas fragilizadas e politicamente ignorantes, claro, somando aqueles que visavam interesses próprios. Mas agora… quem ainda se intitula bolsonarista deveria, honestamente, figurar no próximo censo do Brasil como deficiente mental.



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