Istambul queima de imagens de Trump e Netanyahu em apoio ao Irã
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Manifestantes queimaram fotos de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, e do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em frente ao Consulado dos EUA em Istambul no domingo, 2 de fevereiro de 2026. O protesto denunciou a política externa estadunidense no Oriente Médio e expressou apoio explícito ao Irã diante da escalada de tensões regionais. A manifestação ocorreu em meio ao aumento da presença naval estadunidense na região, interpretado como instrumento de intimidação militar. Bandeiras dos Estados Unidos também foram incendiadas durante o ato.

De acordo com registros do protesto, a mobilização reuniu uma multidão diante do consulado em Istambul, onde participantes entoaram palavras de ordem contra a política externa estadunidense e israelense. As imagens de Trump e Netanyahu foram queimadas como gesto simbólico de repúdio ao alinhamento entre Washington e Tel Aviv e à postura hostil em relação a Teerã.
Os manifestantes associaram a intensificação da presença militar estadunidense no Oriente Médio a uma tentativa deliberada de desestabilizar o equilíbrio regional e impor agendas geopolíticas pela força. Para os organizadores do ato, o cerco diplomático e militar ao Irã representa mais um capítulo do intervencionismo estrutural que marca a atuação dos Estados Unidos na região há décadas.
Durante a manifestação, houve declarações públicas de apoio à posição iraniana, destacando a capacidade de resistência de Teerã frente às sanções, ameaças militares e pressões diplomáticas impostas por Washington. O protesto também denunciou o papel de Israel como aliado central da estratégia estadunidense de coerção regional.









































