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Leia online: Se fores preso, camarada... de Carlos Marighella

A presente versão do documento refere-se a uma brochura de 32 páginas, editada em 1951, digitalizada e revisada pela Editora Clandestino em outubro de 2025. O trabalho de revisão buscou preservar a integridade e a linguagem original do texto. O exemplar físico encontra-se sob a guarda do Arquivo Público Mineiro e foi apreendido em março de 1964 pelo Chefe da Seção de Informações do Comando Militar da Amazônia. Sem autoria declarada nem indicação de editora, supõe-se que a publicação tenha sido realizada pela Horizonte ou pela Calvino.


Carlos Marighella I Arquivo
Carlos Marighella I Arquivo


SE FOR PRESO, CAMARADA...

A prisão se enfrenta com coragem — é um posto de honra para o militante revolucionário.

Nas linhas que se seguem chamamos a atenção de todos os militantes comunistas para o problema muito sério e muito importante do comportamento pessoal de cada um frente à polícia em caso de prisão.

A prisão não é senão um dos múltiplos aspectos da luta que sustentamos, mas é também a oportunidade que se apresenta a cada militante para provar sua fidelidade à Revolução e demonstrar que jamais se esquece de que é seu dever contribuir sempre para o fortalecimento do Partido, defendendo a sua organização e seu prestígio.

É dever de cada militante do Partido, em caso de prisão, ter na polícia uma conduta irrepreensível, o que significa portar‑se com dignidade e recusar‑se honradamente a fazer declarações que de qualquer forma possam vir a prejudicar o Partido.

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