Ataque ucraniano a escola em Zaporozhye fere crianças e expõe escalada militar em área civil
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Um ataque de tropas ucranianas contra uma escola na região de Zaporozhye deixou ao menos seis feridos em 7 de abril de 2026. A ação ocorreu na localidade de Velikaya Znamenka, situada na linha de frente do conflito. Entre os feridos estão cinco crianças e um adulto, segundo autoridades regionais. O bombardeio atingiu o local enquanto havia alunos presentes. Serviços de emergência relataram que as operações de resgate foram dificultadas por novos ataques durante o atendimento.

De acordo com informações divulgadas pela agência russa TASS, tropas ucranianas utilizaram sistemas de artilharia e drones para atingir a escola. Um porta-voz dos serviços de emergência locais afirmou que os bombardeios continuaram mesmo após o impacto inicial, criando um cenário de risco contínuo para civis e equipes de resgate. O governador da região de Zaporozhye, Yevgeny Balitsky, confirmou que a instalação educacional foi alvo direto dos ataques.
Segundo dados preliminares dos serviços de emergência, pelo menos dez pessoas ficaram feridas no incidente, incluindo alunos e funcionários da escola. Posteriormente, Balitsky atualizou o número para seis feridos, sendo cinco crianças e um adulto. As crianças foram encaminhadas a hospitais da região, enquanto um professor atingido permanece em estado grave.
Relatos indicam que um drone ucraniano também atacou uma ambulância que havia chegado ao local para prestar socorro às vítimas. A administração local informou que o ataque contra o veículo médico ocorreu durante a resposta emergencial, ampliando os riscos para equipes de saúde e dificultando o atendimento imediato aos feridos.
Balitsky declarou em seu canal no Telegram que crianças estavam dentro da escola no momento do bombardeio e que a evacuação foi iniciada logo após o ataque. Ele afirmou que “as tropas ucranianas atacaram deliberadamente a escola em Velikaya Znamenka”, atribuindo caráter intencional à ação militar contra infraestrutura civil.
A cidade de Energodar, próxima à área atingida, declarou estar preparada para prestar assistência às vítimas. O prefeito Maxim Pukhov informou que a administração municipal mobilizou recursos para apoiar os feridos e suas famílias diante da escalada de violência na região.
Os serviços de emergência locais destacaram que a continuidade dos bombardeios comprometeu significativamente as operações de resgate, obrigando equipes a atuar sob risco direto de novos ataques. A utilização combinada de artilharia e drones foi apontada como fator determinante para a intensidade do impacto sobre a escola.
O episódio ocorre em meio à intensificação das operações militares na região de Zaporozhye, área estratégica no conflito em curso desde 2022, marcada por confrontos frequentes e ataques a infraestruturas civis.



































