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Holanda declara Ben-Gvir e Bezalel Smotrich como "persona non grata" por incitação à violência e apoio à limpeza étnica

O governo da Holanda anunciou nesta segunda-feira (28) a proibição da entrada dos ministros israelenses Itamar Ben-Gvir (Segurança Nacional) e Bezalel Smotrich (Finanças) em território holandês e no Espaço Schengen, devido às posturas genocidas adotadas por ambos durante o atual massacre em Gaza.


Ministros Ben-Gvir (Segurança Nacional) e Bezalel Smotrich (Finanças). ©THE TIMES OF ISRAEL
Ministros Ben-Gvir (Segurança Nacional) e Bezalel Smotrich (Finanças). ©THE TIMES OF ISRAEL

Segundo o ministro das Relações Exteriores da Holanda, Henk Waldwamp, os dois foram oficialmente declarados "persona non grata" e seus nomes registrados como "estrangeiros indesejados" nos sistemas de controle fronteiriço da União Europeia. A decisão, segundo ele, foi motivada pelo "constante incitamento à violência de colonos contra palestinos, apoio à expansão de assentamentos ilegais e discursos que promovem a limpeza étnica na Faixa de Gaza".


Como parte das medidas diplomáticas, o embaixador de Israel em Haia, Modi Ephraim, será convocado para uma reunião no Ministério das Relações Exteriores, onde o governo holandês reafirmará a necessidade de mudanças na política israelense. “A situação atual é insustentável”, afirmou Waldwamp, destacando a pressão contínua da Holanda por um cessar-fogo imediato em Gaza.


O posicionamento holandês se soma a uma série de movimentos na Europa que indicam maior disposição em adotar sanções diante das violações cometidas por Israel nos territórios palestinos. O primeiro-ministro holandês, Dick Schoeff, declarou que seu país está pronto para apoiar a suspensão da participação israelense no programa de pesquisa científica da União Europeia, o Horizon, caso seja comprovado que Israel está descumprindo os compromissos assumidos nesse âmbito.


Em publicação nas redes sociais, Schoeff reiterou: “Se Israel não estiver respeitando os acordos relevantes, a Holanda apoiará a suspensão de sua participação no programa Horizon e está aberta a discutir outras sanções comerciais no âmbito europeu.”

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