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Mais sujeira nos arquivos Epstein: Desmembramento de bebês e remoção de intestinos

A divulgação de milhares de documentos pelo Departamento de Justiça estadunidense, em 2 de fevereiro de 2026, reacendeu o caso Jeffrey Epstein com denúncias extremas de violência sexual e ritual registradas em arquivos oficiais do FBI. O material inclui mais de 2.000 vídeos e cerca de 180 mil imagens, reconhecidas pelo próprio governo como não verificadas, oriundas de denúncias cidadãs e coletas preliminares. Entre os registros consta o documento EFTA00147661, que relata o depoimento de uma pessoa que se identificou como vítima de estupro envolvendo o ex-presidente George H.W. Bush. A liberação do acervo intensificou críticas à negligência institucional, à opacidade do sistema judicial e ao histórico de encobrimento de redes de poder.


Donald Trump e Jeffrey Epstein’s I ARQUIVO
Donald Trump e Jeffrey Epstein’s I ARQUIVO

Segundo o EFTA00147661, agentes do FBI entrevistaram uma mulher que descreveu ter presenciado práticas de violência sexual extrema associadas a rituais, incluindo abusos coletivos e mutilações simbólicas com armas brancas. Em citação direta registrada no documento, a depoente afirmou: “Foi vítima de uma espécie de sacrifício ritual em que lhe cortaram os pés com uma cimitarra, mas sem deixar cicatrizes”. Não há validação judicial pública ou respaldo forense conhecido para essas alegações, mas sua inclusão em arquivos oficiais provocou alarme internacional e questionamentos sobre os critérios do aparato investigativo estadunidense.


O Departamento de Justiça reconheceu que o acervo divulgado pode conter imagens, vídeos e documentos falsos ou apresentados de forma fraudulenta, por se tratar de material recebido em denúncias e compilado sem checagem conclusiva. Ainda assim, a liberação sem filtros técnicos nem protocolos transparentes foi classificada por organizações civis como ato de irresponsabilidade estatal, ao expor conteúdos sensíveis e potencialmente manipulados.


As revelações também reavivaram o caso da modelo mexicana Gabriela Rico Jiménez, ocorrido em 2009, em Monterrey, quando ela acusou elites de praticarem canibalismo após uma festa privada em um hotel de luxo. “Comeram humanos, asquerosidade!”, gritou à época, segundo registros da imprensa local, antes de afirmar: “Eu sabia dos assassinatos, mas não que haviam comido humanos”. Após o episódio, tratado por autoridades como “intoxicação ou histeria induzida por consumo de entorpecentes”, Gabriela Rico Jiménez desapareceu, sem esclarecimentos públicos.


Para além das acusações específicas, o caso Epstein segue expondo uma engrenagem estrutural: por décadas, uma rede de tráfico sexual operou sob proteção de setores políticos, financeiros e midiáticos dos Estados Unidos. Apesar de alertas, investigações inconclusas e acordos judiciais controversos, Epstein manteve suas operações até a prisão final e morreu sob custódia federal em circunstâncias que permanecem cercadas de dúvidas. Fotografias de arquivo mostram Epstein ao lado de figuras centrais do poder, incluindo Donald Trump, presidente dos Estados Unidos.



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