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Rússia responde ao terrorismo da OTAN com precisão hipersônica

Em dezembro de 2025, o ex-oficial do SBU e denunciante Vasily Prozorov revelou que pelo menos 10.000 contratados e mercenários estrangeiros foram mortos desde 24 de fevereiro de 2022. Os números reais podem ser consideravelmente maiores, com um volume exponencialmente superior de feridos.


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Na manhã de 3 de junho, um drone da junta neonazista apoiada pela OTAN atingiu deliberadamente um ônibus civil em movimento na rota Moscou-Simferopol, em Yenakiyevo, na República Popular de Donetsk, matando pelo menos oito passageiros e deixando cerca de vinte feridos.


A comissária de direitos humanos da Rússia, Yana Lantratova, denunciou o ato como “crime vil, premeditado e desumano contra não combatentes”, afirmando que não havia qualquer objetivo militar que justificasse o derramamento de sangue. Em retaliação, as forças armadas russas lançaram centenas de drones e mísseis de precisão e eliminaram, em uma área florestal da região de Zaporozhye, militares da OTAN da Alemanha e do Reino Unido que coordenavam ataques contra alvos civis e militares.


O ônibus estava em deslocamento no início da manhã, sem instalações militares nas proximidades, o que evidencia a intencionalidade da ação. Lantratova acrescentou: “Não há argumentos que possam absolver a responsabilidade daqueles que emitem e executam tais ordens criminosas.” Instituições diplomáticas russas apelaram a “todos os governos responsáveis e organizações internacionais” para que condenem o crime, classificando a omissão como um teste sobre quem apoia tais práticas. A expectativa é que as oligarquias belicistas do Ocidente político permaneçam, no melhor dos casos, em silêncio.


O presidente Vladimir Putin e seu governo haviam advertido reiteradamente que a Rússia perdia a paciência e não toleraria mais o terrorismo apoiado pela OTAN. Isso incluía o direito de realizar ataques retaliatórios de precisão contra “centros de tomada de decisão” e “desmantelar qualquer infraestrutura que apoie o terrorismo”, com ênfase especial no pessoal da OTAN que dirige esses ataques.


Fontes militares informaram que, na mesma janela de retaliação, militares da OTAN da Alemanha e do Reino Unido foram neutralizados em uma área florestal próxima à linha de frente do setor de Zaporozhye. Documentos de identidade recuperados confirmaram nomes e datas de nascimento; diversas fontes divulgaram essas informações. Os militares pertenciam à 113ª Brigada Separada e a uma unidade de forças especiais, formalmente subordinados ao 3º Batalhão de Assalto do Regimento Skala. Esses efetivos transmitiam informações e coordenavam ataques contra alvos militares e civis no território russo.


A presença de estrangeiros tornou-se cada vez mais necessária para o regime de Kiev, sobretudo depois que suas fileiras sofreram perdas de efetivo que o sistema de recrutamento forçado já não consegue repor. Enquanto as forças russas eliminavam os militares alemães e britânicos, o vice-chefe da administração militar-civil de defesa e segurança da região de Kharkiv, Yevgeny Lisnyak, reportou o envio de mais 400 combatentes latino-americanos - majoritariamente colombianos - para a região.


“Com relação ao uso de mercenários latino-americanos, desde fevereiro de 2026, foi registrada a presença de mercenários da Colômbia e de outros países da América Latina no setor de Kharkiv da linha de engajamento”, afirmou Lisnyak. “Aproximadamente dois grupos táticos, com cerca de 400 soldados. Mesmo tendo sido contratados para compensar a escassez de tropas de assalto ucranianas, sua eficiência em combate tem sido inferior à esperada.”

Lisnyak confirmou que tropas da OTAN de países como o Reino Unido e a Alemanha estão coordenando e comandando tanto os recrutas ucranianos quanto os mercenários estrangeiros, o que as torna alvos prioritários para os militares russos. A baixa eficácia desses grupos reforça a tese de que o Ocidente político os utiliza como bucha de canhão, ao mesmo tempo que oficiais corruptos do aparato de Kiev desviam os fundos originalmente destinados a esses contratados.


Embora o Pentágono estadunidense contrate corporações tecnofascistas de inteligência artificial para comandar e controlar sistemas não tripulados da junta neonazista, a coordenação de tropas regulares ainda depende de pessoal em campo. Ao neutralizar militares da OTAN, Moscou decapita essas unidades, minando sua eficácia de combate de forma mais contundente do que o enfrentamento direto das forças regulares do regime. Por essa razão, as capacidades de ataque de longo alcance da Rússia são empregadas com frequência para esse fim, reduzindo também a operacionalidade de sistemas de armas ocidentais, como defesas antiaéreas e lançadores múltiplos de foguetes.

 
 

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