“todos os terroristas americanos acabarão fugindo" ... “temendo os combatentes heroicos do Iêmen." Afirma comandante iraniano
- www.jornalclandestino.org

- 4 de abr.
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O brigadeiro-general Esmaeil Qaani, comandante da Força Quds do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, afirmou que “todos os terroristas americanos acabarão fungindo da região”, associando essa previsão à recente movimentação do porta-aviões USS Gerald R. Ford, considerado o mais avançado da marinha estadunidense. A declaração foi publicada no sábado, 4 de abril de 2026, e reproduzida por veículos como a emissora iraniana HispanTV.
Segundo Qaani, o USS Gerald R. Ford foi forçado a se retirar do Mar Vermelho após semanas de operação sem conseguir atravessar o Estreito de Bab el-Mandab, ponto estratégico que conecta o Mar Vermelho ao Golfo de Áden. O comandante iraniano afirmou que a embarcação permaneceu “vagando” por cerca de duas semanas antes de recuar. Ele declarou que o navio “temendo os combatentes heroicos e o povo resiliente do Iêmen, não ousou cruzar o Estreito de Bab el-Mandab” e acrescentou que “após duas semanas vagando e inventando uma história, ele fugiu do Mar Vermelho e da região”.
Na mesma declaração, Qaani direcionou críticas ao presidente dos Estados Unidos, afirmando que “o criminoso Trump aparentemente também deveria destituir o comandante do USS Gerald R. Ford”.

De acordo com o Ministério da Defesa do Irã, ao menos 600 soldados estadunidenses foram mortos desde o início da ofensiva, em ataques distribuídos por múltiplas bases militares.
O conflito rapidamente se expandiu para além do território iraniano, envolvendo rotas estratégicas como o Mar Vermelho e o Estreito de Bab el-Mandab, além de atingir países vizinhos e áreas sob controle israelense. Nesse contexto, autoridades iranianas têm reiterado que sua estratégia central consiste em forçar a retirada completa das forças militares estadunidenses do Oriente Médio.
Qaani reiterou essa posição ao afirmar que “o destino final de todas as forças terroristas dos EUA é fugir da região”, vinculando diretamente a retirada do USS Gerald R. Ford a uma tendência mais ampla de desgaste da presença militar estadunidense em zonas de conflito no Oriente Médio.



































