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Venezuela: Delcy Rodríguez denuncia campanhas de desinformação vinculadas aos EUA
[...]Rodríguez criticou campanhas de desinformação, incluindo conteúdos que erroneamente posicionam Donald Trump como autoridade no país. A mandatária classificou essas ações como “tentativas desesperadas de desconhecer a realidade política e a vontade soberana” da Venezuela, referindo-se ao sequestro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores pelas forças estadunidenses, atualmente detidos em Nova York.[...]
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14 de jan.


Havana rejeita pressão dos EUA e afirma direito ao comércio livre
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que Cuba deixará de receber petróleo e dinheiro oriundos da Venezuela após o sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro, pressionando Havana a negociar com Washington. O governo cubano rebateu, defendendo seu direito soberano ao comércio e criticando a postura norte-americana como coercitiva e hostil.
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13 de jan.


Papa Leão XIV exige respeito à soberania venezuelana
O papa Leão XIV, em discurso ao corpo diplomático no Vaticano, criticou o que chamou de retorno da guerra como ferramenta da política internacional e defendeu o respeito à soberania da Venezuela, destacando preocupações com ações militares no Caribe. O pontífice também pediu o fortalecimento do multilateralismo e a busca de soluções pacíficas para conflitos globais.
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13 de jan.


Petrolíferas resistem a plano de Trump para investir US$ 100 bilhões na Venezuela
Washington, 10 jan. 2026 — Executivos das maiores empresas de energia dos EUA demonstraram ceticismo, em reunião na Casa Branca, quanto à proposta do presidente Donald Trump de investir US$ 100 bilhões para reativar o setor petrolífero da Venezuela. O debate ocorreu dias após o sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa por forças dos EUA, em meio a planos de controle das receitas do petróleo venezuelano...
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11 de jan.


Trump nega perdão ao presidente Maduro após sequestro pelos EUA
O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou em entrevista ao The New York Times, nesta quinta-feira (8), que não tem intenção de assinar um perdão para o presidente venezuelano Nicolás Maduro. A afirmação ocorre dias após uma operação militar norte-americana em Caracas, que resultou no sequestro de Maduro e de sua esposa, Cília Flores, e na transferência deles para os Estados Unidos para enfrentar acusações federais.
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9 de jan.


A DOUTRINA DO SAQUE: O SEQUESTRO DE MADURO E A RECONQUISTA IMPERIALISTA DO PETRÓLEO
ARTIGO DE OPINIÃO
Por: Rafael Medeiros
O que o mundo testemunhou no último sábado, 3 de janeiro de 2026, não foi uma "operação de libertação", mas o ápice de um processo secular de expropriação. O sequestro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores por forças especiais dos EUA em Caracas transportados como troféus de guerra para o navio militar USS Iwo Jima e posteriormente fichados em Nova York é o desfecho violento de uma estratégia desenhada não em t
Rafael Medeiros
8 de jan.


Maduro lutou por “Lula livre”; Lula tem o dever de retribuir e exigir liberdade para Maduro
ARTIGO DE OPINIÃO
Por: Eduardo Vasco
Em 31 de agosto de 2016, o Senado Federal confirmava o impeachment de Dilma Rousseff, cassando seu mandato e consolidando o golpe de Estado contra o PT. Sem titubear, naquele mesmo dia, o presidente Nicolás Maduro prestou “toda a solidariedade a Dilma e ao povo do Brasil", condenou o “golpe oligárquico da direita” e apontou: “quem luta vence!”. Imediatamente, a Venezuela chamou de volta o seu embaixador no Brasil e congelou as relações co
Eduardo Vasco
8 de jan.


Quem é Paul Singer, o bilionário ligado ao MAGA que pode ser o principal beneficiário do sequestro do petróleo venezuelano?
[...]Entre os possíveis beneficiários está o investidor bilionário Paul Singer, fundador e CEO do fundo de hedge Elliott Investment Management. Em 2025, uma empresa ligada ao grupo de Singer adquiriu a Citgo, subsidiária da estatal venezuelana de petróleo nos Estados Unidos, por US$ 5,9 bilhões, após uma venda forçada motivada por dívidas da Venezuela com credores internacionais.[...]
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7 de jan.


Petro afirma que “Cartel dos Sóis” é pretexto geopolítico dos EUA para controlar o petróleo venezuelano
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que o chamado “Cartel dos Sóis” não existe e foi criado como justificativa geopolítica pelos Estados Unidos para o sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, além da apropriação de recursos petrolíferos da Venezuela. A declaração ocorre após autoridades americanas reconhecerem que o grupo não é uma organização criminosa formal.
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7 de jan.


Lei ou terrorismo de Estado? O sequestro de Maduro expõe a ruína do Direito Internacional
O governo dos Estados Unidos enfrenta forte contestação de juristas e especialistas em direito internacional ao tentar justificar legalmente o ataque militar realizado contra a Venezuela no início de 2026, operação que resultou no sequestro de Nicolás Maduro e em dezenas de mortes, segundo autoridades venezuelanas. Em meio a críticas crescentes nos meios acadêmicos e jurídicos, a administração do presidente dos EUA, Donald Trump, passou a apresentar uma série de argumentos pa
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6 de jan.


"Apenas os venezuelanos podem decidir seu governo " Sheinbaum
Durante pronunciamento nesta terça-feira (6), Claudia Sheinbaum reiterou que a autodeterminação dos povos é um princípio inegociável da política externa mexicana e deve prevalecer em qualquer análise sobre a situação venezuelana. Ao comentar o cenário político da Venezuela, a presidente afirmou que conflitos e desacordos internos precisam ser enfrentados por meios pacíficos, como o diálogo político ou a atuação de instâncias multilaterais, incluindo a Organização das Nações U
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6 de jan.


Venezuela cria comissão de alto nível e anuncia mobilização internacional pela libertação de Nicolás Maduro
O governo da Venezuela anunciou a criação de uma Comissão de Alto Nível para atuar pela libertação do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores. A decisão foi divulgada após reunião do Conselho de Ministros, que também apresentou um balanço positivo de 2025, com avanços políticos, sociais e econômicos, segundo autoridades venezuelanas.
@clandestino_jornal
5 de jan.
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