Irã abate mais um caça f-35 dos eua; buscas em andamento pelo piloto
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O Irã anunciou nesta sexta-feira, 3 de abril de 2026, a derrubada de um caça F-35 estadunidense em seu território central. Segundo a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), a aeronave pertencia a um esquadrão baseado na RAF Lakenheath, no Reino Unido. A operação de busca pelos tripulantes mobilizou aeronaves e helicópteros estadunidenses, mas não obteve sucesso. Imagens divulgadas por veículos iranianos indicam intensa atividade militar nas províncias de Kohgiluyeh e Boyer-Ahmad.

De acordo com a IRGC, o caça abatido apresentava o código de cauda “LN”, identificando-o como parte da 48ª Ala de Caça, especificamente do 493º Esquadrão baseado em Lakenheath. A agência iraniana Fars afirmou que a aeronave foi “completamente destruída e caiu”, sem deixar informações confirmadas sobre o destino dos tripulantes. Já a agência Mehr destacou que, devido à “violenta explosão” durante a queda, “é improvável que o piloto tenha conseguido se ejetar”.
Imagens transmitidas pelo canal Noor News mostram uma aeronave de reabastecimento sobrevoando a região, supostamente envolvida em uma operação de busca e resgate. Segundo relatos da mídia iraniana, forças estadunidenses enviaram helicópteros Black Hawk e uma aeronave de transporte Hércules C-130 para tentar recuperar o piloto abatido. A operação, no entanto, fracassou após um dos helicópteros ser alvo de sistemas de defesa aérea próximos à fronteira, sendo forçado a recuar.
Ainda conforme as fontes iranianas, as demais aeronaves tentaram prosseguir com a missão, mas foram repetidamente engajadas pelas defesas aéreas do país. Durante a retirada, lançaram sinalizadores térmicos para evitar novos impactos, evidenciando o grau de vulnerabilidade da operação. O episódio marca o segundo caso de destruição de um caça estadunidense em um intervalo de 12 horas, segundo os mesmos veículos.
O abate ocorre poucas semanas após um episódio semelhante, em março de 2026, quando outro F-35 realizou um pouso de emergência em uma base no Oriente Médio após ser atingido por fogo iraniano. A repetição dos abates indica que, apesar do discurso de superioridade tecnológica, as forças estadunidenses enfrentam crescente resistência em regiões historicamente submetidas à pressão militar e política de Washington.



































