Guarda Revolucionária do Irã dispara mísseis contra o gabinete de Benjamin Netanyahu e o comando da Força Aérea Israelense
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A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã anunciou nesta segunda-feira (2) que lançou mísseis contra o gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e a sede do comandante da Força Aérea Israelense. Segundo comunicado oficial divulgado às 12h40 pela Al Mayadeen Net, a operação utilizou mísseis do tipo “Khaibar” em ataques descritos como “surpresa e precisos”. A ofensiva integra a décima onda da operação batizada de “Promessa Verdadeira 4”. O ataque ocorre após a agressão militar lançada no último sábado pelos Estados Unidos e por Israel contra o território iraniano. A escalada já resultou no martírio de Khamenei e na morte de centenas de iranianos, de acordo com autoridades de Teerã.
Em nota oficial, a Guarda Revolucionária afirmou ter atingido “o escritório de Netanyahu e a sede do comandante da Força Aérea” como parte de sua resposta militar direta aos bombardeios iniciados no fim de semana. O comunicado sustenta que os mísseis “Khaibar” foram empregados em uma ação coordenada e planejada, classificada como de “alta precisão”, sem detalhar a extensão dos danos materiais ou eventuais vítimas nas estruturas atacadas.

A corporação militar iraniana declarou ainda que “o destino de Netanyahu tornou-se incerto”, sem fornecer informações adicionais sobre a condição do premiê israelense ou sobre possíveis impactos na cadeia de comando militar de Tel Aviv. Até o momento da divulgação da nota, não havia confirmação independente sobre os efeitos diretos dos ataques nas instalações mencionadas.
A operação “Promessa Verdadeira 4” já contabiliza, segundo a própria Guarda Revolucionária, dez ondas sucessivas de lançamento de mísseis contra alvos israelenses e bases militares estadunidenses na região. A campanha foi desencadeada após os bombardeios realizados no sábado por forças israelenses e pelo aparato militar estadunidense contra diferentes áreas do Irã, em ofensiva que, conforme Teerã, provocou o martírio de Khamenei, líder da Revolução Islâmica e da República Islâmica do Irã, além da morte de diversos dirigentes políticos e militares.
A nova etapa do confronto amplia a dimensão regional da crise e explicita o grau de envolvimento direto do aparato militar estadunidense ao lado de Israel, consolidando um cenário de confrontação aberta que ultrapassa operações indiretas e pressões diplomáticas.
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