Soldados israelenses afirmam que saquear e destruir é sua missão no Líbano
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Soldados israelenses relataram ao jornal Haaretz uma cultura de saque sistemático no sul do Líbano, comparada a um “exército viking”, com comandantes ignorando roubos e destruição de propriedades civis.
Um reservista afirmou que havia uma “missão não oficial” para “retirar todo o saque”, enquanto soldados esvaziavam casas e lojas de alimentos, cigarros, produtos de limpeza e outros bens para uso pessoal.
Outro militar disse ao Haaretz que aldeias inteiras foram demolidas sem justificativa militar, acrescentando: “Não havia outro motivo além da vingança”, após casas, escolas e clínicas serem destruídas.
Segundo os depoimentos, empreiteiros privados, incluindo “colonos extremistas”, participaram das demolições, enquanto vídeos de vandalismo e saque por soldados israelenses circulam nas redes sociais.
Dados oficiais libaneses indicam que, desde 2 de março, mais de 3 mil pessoas morreram, 9,2 mil ficaram feridas e cerca de 1,6 milhão foram deslocadas pela ofensiva israelense no Líbano.



































