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Mortes em ataques israelenses ao Líbano passam de 3.000
Pelo menos 32 pessoas morreram e 64 ficaram feridas em ataques aéreos israelenses no sul e sudeste do Líbano nas últimas 24 horas. O Ministério da Saúde do Líbano informou que o total de mortos desde o início da escalada armada chegou a 3.020 pessoas e 9.273 feridos. As operações de resgate continuam em diferentes áreas e o número de vítimas pode variar conforme novos levantamentos.
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há 7 dias


"Crise de recrutamento" sem precedentes no exército israelense
Os principais meios de comunicação israelenses passaram a alertar para uma crise de recrutamento nas forças armadas israelenses em meio à continuidade das operações militares em Gaza, Cisjordânia e Líbano. O debate ganhou dimensão institucional após oficiais admitirem falta de tropas e pressão sobre soldados da ativa e reservistas. A disputa em torno do recrutamento obrigatório de judeus ultraortodoxos expôs fissuras dentro da coalizão do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu
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18 de mai.


'Exército entrará em colapso' - Evasão do serviço militar obrigatório e exaustão dos reservistas agravam a crise militar israelense
Segundo mídia israelense, forças armadas enfrentam déficit de cerca de 12 mil soldados, incluindo 6 mil combatentes, em cenário de desgaste, evasão de alistamento e crise política. Relatos indicam que operações em Gaza, Líbano e outras frentes ampliam pressão sobre reservas e unidades regulares. Autoridades militares alertam para risco de colapso do sistema de reservas caso o serviço obrigatório não seja prorrogado.
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18 de mai.


Israel amplia regime de pena de morte na Cisjordânia ocupada
Israel colocou em vigor uma lei que autoriza tribunais militares a condenarem palestinos à pena de morte na Cisjordânia ocupada. A medida foi implementada no domingo após assinatura da ordem militar pelo comando israelense responsável pelo território ocupado. Organizações palestinas e grupos de direitos humanos classificaram a legislação como consolidação de um sistema jurídico segregado aplicado sob ocupação militar.
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18 de mai.


Ataque israelense a Baalbek mata oficial da Jihad Islâmica e sua filha adolescente
Um ataque aéreo israelense matou o dirigente da Jihad Islâmica Wael Abdel Halim e sua filha Rama Abdel Halim, de 17 anos, na cidade de Baalbek, no leste do Líbano. O bombardeio ocorreu durante a madrugada enquanto Israel mantinha ataques aéreos e de artilharia em diferentes regiões libanesas apesar do cessar-fogo prorrogado em 15 de maio por mais 45 dias. Dados do Ministério da Saúde do Líbano apontam que os ataques israelenses mataram 2.988 pessoas e feriram 9.210 desde 2 de
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18 de mai.


O Irã critica o assassinato de comandante do Hamas pelo "traidor Israel"
O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica denunciou o assassinato do comandante das Brigadas Ezzedin Al-Qassam, Ezzedin al-Haddad, durante a trégua em Gaza. O governo iraniano afirmou que a morte expôs “as falsas promessas” de Israel sobre o cessar-fogo em vigor desde 10 de outubro de 2025. O ataque ocorreu na noite de sexta-feira, 16 de maio, em um bombardeio israelense contra a cidade de Gaza.
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18 de mai.


Katz ordena medidas para aplicar a lei da pena de morte contra prisioneiros palestinos
O governo de Benjamin Netanyahu iniciou a aplicação de uma lei que autoriza tribunais militares israelenses a impor pena de morte contra palestinos da Cisjordânia ocupada. A medida foi colocada em prática após o ministro da Segurança israelense, Israel Katz, ordenar mudanças nas diretrizes militares para adaptar o sistema repressivo de ocupação à nova legislação aprovada pelo Knesset em março. Organizações palestinas e entidades de direitos humanos denunciam que a lei institu
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18 de mai.


Manteremos firme nosso apoio ao Irã, Líbano e Palestina
O líder do movimento Ansar Allah no Iêmen declarou apoio ao Irã, ao Líbano e à resistência palestina após o assassinato de um comandante das Brigadas Ezzedin Al-Qassam em Gaza. Seyed Abdulmalik al-Houthi acusou Israel de manter operações de assassinato, cerco e ataques contra palestinos em meio ao genocídio na Faixa de Gaza e na Cisjordânia. A declaração foi divulgada pela emissora iraniana HispanTV neste domingo, 17 de maio.
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18 de mai.


Espião israelense trabalhava para o Irã de graça
O Ministério Público israelense acusou Ahmad Daas, palestino de 27 anos residente em Tira, de atuar para a inteligência iraniana durante a escalada militar entre Israel, Irã e Estados Unidos. Segundo a acusação apresentada na quinta-feira, Daas teria enviado imagens de instalações militares e energéticas israelenses sem receber dinheiro, alegadamente por motivação ideológica e oposição ao regime de ocupação. O caso expõe o aumento das acusações de espionagem dentro da Palesti
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15 de mai.


Israelenses entoam ameaças e slogans anti-palestinos na marcha das bandeiras
Milhares de israelenses ultranacionalistas atravessaram o bairro muçulmano da Cidade Velha de Jerusalém em 14 de maio sob proteção da polícia israelense e entoando palavras de ordem contra palestinos. Durante a marcha do chamado “Dia de Jerusalém”, grupos gritaram “Morte aos árabes” e “Que suas aldeias sejam queimadas”, enquanto comerciantes palestinos fecharam lojas e permaneceram dentro de casa. O ato ocorreu em meio ao genocídio em Gaza, às operações militares israelenses
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15 de mai.


Irã rejeita acusações “infundadas” e novas sanções do Reino Unido
A embaixada iraniana em Londres rejeitou em 15 de maio as novas sanções impostas pelo Reino Unido e classificou as acusações britânicas como “infundadas” e “politicamente motivadas”. O governo britânico anunciou congelamento de bens, restrições de viagem e bloqueios financeiros contra indivíduos e organizações supostamente ligados ao Irã. A crise diplomática ocorre enquanto Teerã mantém o fechamento do Estreito de Ormuz após ataques conjuntos dos regimes estadunidense e israe
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15 de mai.


Na Etiópia, Guterres alerta para ações externas que agravam conflitos na África
O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou em 13 de maio, na Etiópia, que intervenções externas alimentam conflitos armados no continente africano. Durante reuniões com dirigentes da União Africana e com o presidente francês Emmanuel Macron, ele declarou que a África será “a primeira vítima da crise no Oriente Médio” diante do impacto econômico provocado pelo fechamento do Estreito de Ormuz. O chefe da ONU também associou guerras, tráfico de armas, colonialismo e ex
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15 de mai.
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