Mortes em ataques israelenses ao Líbano passam de 3.000
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Pelo menos 32 pessoas morreram e 64 ficaram feridas em ataques aéreos israelenses no sul e sudeste do Líbano nas últimas 24 horas. O Ministério da Saúde do Líbano informou que o total de mortos desde o início da escalada armada chegou a 3.020 pessoas e 9.273 feridos. As operações de resgate continuam em diferentes áreas e o número de vítimas pode variar conforme novos levantamentos.

O Ministério da Saúde libanês informou em comunicado que os ataques ocorreram no dia 18 de maio e atingiram regiões do sul e sudeste do país, mesmo com cessar-fogo em vigor desde 17 de abril. O órgão indicou que equipes de resgate seguem atuando em pontos atingidos e que novos corpos podem ser retirados dos escombros ao longo do dia. O balanço divulgado inclui dados atualizados até o momento da publicação em 19 de maio de 2026, às 11h27.
O levantamento oficial aponta que, desde 2 de março, quando se iniciou a escalada armada, o número total de mortos alcançou 3.020 e o de feridos chegou a 9.273. O Ministério da Saúde do Líbano registrou novas vítimas em áreas do sul, incluindo ataques a uma residência em Kfar Dounine, que resultaram em seis mortos e sete feridos, segundo informações divulgadas pela mídia local.
As “Forças de Defesa de Israel” mantêm ataques diários no território libanês e seguem confrontos com o Movimento de Resistência Islâmica Libanês (Hezbollah), apesar do cessar-fogo anunciado em 17 de abril e prorrogado até 17 de maio. Em paralelo às ofensivas, representantes de Israel e do Líbano participaram de negociações em Washington com mediação do Departamento de Estado dos Estados Unidos para extensão do cessar-fogo por 45 dias, com previsão de nova rodada de conversas em 2 e 3 de junho.
O Ministério da Saúde do Líbano mantém atualização contínua dos registros de vítimas enquanto estruturas atingidas permanecem sob análise em diferentes regiões do sul e sudeste do país. O comunicado oficial inclui a contabilização de mortos e feridos desde o início da escalada em 2 de março e a inclusão dos novos ataques registrados nas últimas 24 horas.



































