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Alma Preta: Formação gratuita capacita jornalistas em política com foco em mulheres negras
Projeto Mensageiras Confiáveis realiza oficinas em Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Brasília. A formação trata cobertura política com foco em mulheres negras e participação na mídia. A edição on-line está prevista para agosto de 2026.
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7 de mai.


2025 - 50 mil mulheres violentadas só em Minas Gerais
Minas Gerais registrou 48.846 atendimentos de violência de gênero em 2025. Os dados indicam 133 mulheres agredidas por dia no estado. O levantamento foi divulgado com base em registros do sistema público de saúde. O estado de Minas Gerais encerrou o ano de 2025 com 48.846 casos de violência contra mulheres registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), conforme dados analisados pela rádio Itatiaia e publicados pelo Brasil de Fato em 29 de abril de 202
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30 de abr.


Estudo destaca aumento de ataques digitais a mulheres negras
Mulheres negras no Brasil enfrentam violência digital sistemática independentemente de idade, profissão ou posição social, segundo pesquisa divulgada em 26 de abril de 2026. O estudo do Instituto Minas Programam analisou experiências entre abril de 2024 e março de 2025. A investigação revela que ataques virtuais combinam racismo, misoginia e deslegitimação intelectual. Casos documentados mostram impactos diretos na vida profissional, política e psicológica das vítimas. Os dad
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28 de abr.


Emprego formal de mulheres negras cresceu 29% em 2025
O mercado formal brasileiro registrou aumento expressivo da presença feminina em 2025, segundo dados oficiais divulgados em 27 de abril. O crescimento foi particularmente intenso entre mulheres negras, com avanço de 29% nas contratações em grandes empresas desde 2023. Apesar disso, a diferença salarial entre homens e mulheres aumentou no mesmo período. Mulheres receberam, em média, 21,3% a menos que homens em estabelecimentos com 100 ou mais empregados. Os dados constam no 5º
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28 de abr.


Meios de comunicação reduzem cobertura de feminicídios em contraste com aumento dos crimes
A cobertura midiática sobre violência contra mulheres atingiu em 2025 o nível mais baixo em quase uma década, segundo levantamento internacional divulgado em 27 de abril de 2026. O estudo analisou 1,14 bilhão de artigos publicados entre 2017 e 2025 e identificou que apenas 1,3% das notícias trataram do tema no último ano. O dado contrasta com a persistência e a escala global das agressões de gênero, que seguem afetando milhões de mulheres. A retração ocorre paralelamente ao a
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28 de abr.


Ministério das Mulheres repudia assessor dos EUA que chamou brasileiras de “raça maldita”
Declarações misóginas do assessor especial do governo estadunidense Paolo Zampolli contra mulheres brasileiras provocaram reação imediata no Brasil em 25 de abril de 2026. Em entrevista à emissora italiana RAI, o representante classificou brasileiras como “raça maldita” e afirmou que seriam “programadas para fazer confusão”. O Ministério das Mulheres respondeu com nota oficial, classificando as falas como crime de ódio e não opinião. A primeira-dama Janja parlamentares também
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27 de abr.


Uma corrida por direitos: como o esporte está ajudando a proteger meninas em Uganda
Em comunidades rurais do leste de Uganda, o esporte tem sido usado como ferramenta de proteção contra a mutilação genital feminina, o casamento infantil e outras formas de violência de gênero. A treinadora Zuena Cheptoek atua como mentora e confidente de meninas da sub-região de Sebei, onde práticas tradicionais seguem impondo riscos à integridade física e ao futuro das jovens. Em parceria com a Fundação Joshua Cheptegei para o Desenvolvimento, o UNFPA e o UNICEF, iniciativas
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27 de abr.


Denúncia revela condições precárias e desnutrição de grávidas em presídio feminino no Amapá
Um relatório oficial divulgado em 17 de abril de 2026 revelou práticas sistemáticas de tortura e violações de direitos humanos na Penitenciária Feminina do Amapá. O documento, produzido pelo Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT) após inspeção realizada em junho de 2025, detalha uso abusivo de spray de pimenta, condições insalubres e negligência médica. Segundo a perita Ronilda Vieira Lopes, duas mulheres morreram em agosto de 2025, sendo uma delas submet
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22 de abr.


Relatório aponta uso de violência sexual no deslocamento de palestinos na Cisjordânia
Um relatório divulgado em 20 de abril de 2026 pelo West Bank Protection Consortium (WBPC) documenta o uso sistemático de violência sexual como instrumento de expulsão de comunidades palestinas na Cisjordânia ocupada. O documento registra ao menos 16 casos de violência sexual ligada a colonos ilegais e forças israelenses, indicando subnotificação generalizada. Mais de 70% das famílias deslocadas apontaram ameaças contra mulheres e crianças como fator decisivo para abandonar su
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20 de abr.


Guerra no Sudão entra no quarto ano com civis mortos, deslocamento em massa e violência sexual generalizada
A guerra no Sudão entrou em seu quarto ano com civis submetidos a massacres, deslocamento em massa e violência sexual sistemática. O alerta foi feito em 13 de abril de 2026 por Denise Brown, coordenadora humanitária da ONU no país. Em declaração a partir de Cartum, ela classificou a situação como uma “crise abandonada” pela comunidade internacional. Dados apresentados indicam milhares de mortos, milhões de deslocados e financiamento humanitário drasticamente insuficiente. O c
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14 de abr.


Estudo associa violência sexual a aumento do risco de doenças cardíacas
Mulheres que sofreram violência sexual apresentam risco significativamente maior de desenvolver doenças cardiovasculares no Brasil. Pesquisa publicada em 12 de abril de 2026 na revista Cadernos de Saúde Pública aponta aumento de 74% nesses casos. O estudo utilizou dados da Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE, com mais de 70 mil entrevistas representativas da população. Os resultados indicam maior incidência de infarto do miocárdio e arritmias entre vítimas. Especialistas alert
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13 de abr.


Da guerra às passarelas: ex-combatentes promovem a reconciliação na Colômbia
A ex-combatente Katerine Avella, signatária do acordo de paz colombiano de 2016, vê seu projeto de reintegração ameaçado pelo retorno da violência em Catatumbo. A marca de moda Ixora, criada após o fim do conflito armado com as FARC, entrou em pausa diante de deslocamentos forçados e assassinatos na região. A oficina de costura que sustentava o projeto foi fechada por questões de segurança. Mesmo assim, a iniciativa havia alcançado reconhecimento nacional e internacional desd
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13 de abr.
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