

Maduro lutou por “Lula livre”; Lula tem o dever de retribuir e exigir liberdade para Maduro
ARTIGO DE OPINIÃO
Por: Eduardo Vasco
Em 31 de agosto de 2016, o Senado Federal confirmava o impeachment de Dilma Rousseff, cassando seu mandato e consolidando o golpe de Estado contra o PT. Sem titubear, naquele mesmo dia, o presidente Nicolás Maduro prestou “toda a solidariedade a Dilma e ao povo do Brasil", condenou o “golpe oligárquico da direita” e apontou: “quem luta vence!”. Imediatamente, a Venezuela chamou de volta o seu embaixador no Brasil e congelou as relações co
8 de jan.4 min de leitura


Trump, Epstein e as crianças: se não há provas, por que tantos documentos seguem ocultos?
Nos últimos meses, documentos e debates sobre o caso Jeffrey Epstein — o bilionário condenado por tráfico sexual de menores — colocaram novamente em foco a antiga relação dele com o presidente dos EUA, Donald Trump. Mas qual é a natureza dessa ligação, o que está comprovado e o que ainda é especulação? [...]
8 de jan.4 min de leitura


O QUINTAL DE FERRO: A RESSURREIÇÃO DA DOUTRINA MONROE E A AGONIA DO CAPITALISMO HEGEMÔNICO
Em 1823, o mundo ouviu o brado: "A América para os americanos". Dois séculos depois, o eco dessa frase ressoa não como um grito de libertação, mas como uma ordem de despejo para a soberania popular no Sul Global. O que a historiografia liberal descreve como uma "estratégia de defesa" revela-se, sob a lente do materialismo histórico, como a certidão de nascimento do imperialismo estadunidense e sua necessária metamorfose para sobreviver em 2026.
6 de jan.4 min de leitura


BRASIL É O PRÓXIMO NA LISTA DE TRUMP: A ESQUERDA PRECISA ACORDAR PARA A REALIDADE IMPERIALISTA
A agressão covarde desferida contra Caracas na madrugada de 3 de janeiro de 2026 não é um evento isolado, mas o "cartão de visitas" de uma fase brutal do imperialismo. O sequestro de Nicolás Maduro e o bombardeio da capital venezuelana sob ordens de Donald Trump marcam a ressurreição explícita da Doutrina Monroe em pleno século XXI. Se no século XIX o lema era "América para os americanos", hoje a tradução real é: "Os recursos da América Latina pertencem às corporações de Wash
5 de jan.2 min de leitura


A Síria atual não é um novo começo, é a continuidade refinada das antigas lógicas de dominação ocidental
[...] Entre dezembro de 2024 e maio de 2025, estima-se que ao menos 1.500 civis — em sua maioria alauítas e drusos — foram executados por milícias ligadas ao HTS em operações coordenadas de limpeza sectária. Houve relatos de saques, incêndios deliberados, deportações forçadas e assassinatos sumários de mulheres, idosos e jovens. Mais de 300 mil pessoas foram deslocadas; cerca de 5 mil detidas arbitrariamente; ao menos 800 morreram sob tortura, e milhares permanecem desapareci
13 de dez. de 20253 min de leitura


Os algoritmos, reproduzem os mesmos padrões de exclusão e discriminação que marcam a história do racismo institucional
Um relatório do MIT Media Lab revelou que sistemas de reconhecimento facial apresentavam taxas de erro superiores a 30% na identificação de rostos negros e asiáticos, enquanto mantinham uma precisão acima de 95% para rostos brancos masculinos. A conclusão, que poderia parecer um simples “problema técnico”, aponta para algo mais profundo e estrutural: os algoritmos, supostamente neutros e objetivos, reproduzem os mesmos padrões de exclusão e discriminação que [...]
12 de dez. de 20253 min de leitura


Do negacionismo à reconstrução: a luta dos povos originários contra a devastação bolsonarista
[...] Durante o governo Bolsonaro (2019–2022), os dados falam por si. Segundo levantamento do Instituto Socioambiental (ISA), nenhuma terra indígena foi homologada durante os quatro anos de gestão. Ao mesmo tempo, o desmonte sistemático de órgãos como a Funai e o Ibama, a militarização da política indigenista e o incentivo retórico à invasão de territórios — expressos em frases como “índio quer terra para plantar soja” — promoveram uma institucionalização da violência. [...]
11 de dez. de 20253 min de leitura


A Emergência Chinesa e o Fim da Hegemonia Monopolista
Em março de 2023, um evento silencioso, porém de amplo significado geopolítico, marcou o início de uma nova configuração no tabuleiro do Oriente Médio: a retomada das relações diplomáticas entre Arábia Saudita e Irã, mediada não por Washington, Paris ou Londres, mas por Pequim. A assinatura do acordo na capital chinesa foi tratada com cautela pela imprensa ocidental, que, há décadas, se acostumou a representar a China como uma potência econômica ascendente, porém incapaz de e
10 de dez. de 20254 min de leitura


Como a visão de solidariedade global de Fidel Castro continua relevante hoje
A visão sobre cooperação internacional de Fidel Castro mostra-se mais pertinente do que nunca. O líder da Revolução Cubana não apenas teorizou, mas também lançou as bases de um modelo alternativo ao paradigma ocidental de ajuda econômica, propondo uma prática de solidariedade entre povos do Sul global. Para Fidel, a cooperação não deveria significar dependência ou submissão a condicionalidades políticas e financeiras, mas sim um instrumento de emancipação, soberania e desenvo
25 de nov. de 20251 min de leitura


O roubo do século: como o Império Britânico saqueou a Índia até os ossos
Durante dois séculos, a Índia foi mais do que uma colônia, foi uma mina a céu aberto para a coroa britânica, uma galinha dos ovos de ouro...
22 de nov. de 20252 min de leitura


As pessoas que comemoram sua vitória dizem muito sobre a pessoa que você é
Hoje, logo quando vi o vídeo da comemoração da vitória de Zohran Mamdani para prefeito de Nova York, algo muito ímpar me chamou a atenção. As pessoas que estavam presentes na festa, pela primeira vez na história, se pareciam comigo — mesmo que eu esteja no Brasil. O que estou dizendo é representatividade. Naquela comemoração havia pessoas da comunidade negra, da comunidade muçulmana e imigrantes dos mais diversos cantos do mundo. Havia rostos cansados, mas cheios de esperança
5 de nov. de 20253 min de leitura


O massacre no Complexo Alemão e Penha não foi um desastre inesperado, foi de caso pensado
Existe toda uma conexão estrutural de hierarquia e família dentro desses três poderes armamentistas no Brasil, que será detalhada nas próximas linhas: a Polícia Militar, representando a parte legal do Estado; e a milícia e as facções, funcionando como poderes paralelos. Por mais que, à primeira vista, pareça que os três não tenham conexão, todos estão alinhados por uma estrutura de apadrinhamento entre os poderes do Estado, que destina dinheiro público às instituições, enquan
3 de nov. de 20252 min de leitura


























