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Dois palestinos mortos em ataque de drone israelense contra veículo civil em Khan Younis

Dois palestinos morreram na manhã de 10 de maio após um drone israelense atingir um veículo civil no bairro de Al-Amal, em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza. O ataque ocorreu horas depois de outro bombardeio israelense contra civis no campo de refugiados de Maghazi deixar mais um palestino morto no centro do enclave palestino. Dados das autoridades de saúde de Gaza apontam 72.736 mortos e 172.535 feridos desde o início do genocídio israelense contra a população palestina em 7 de outubro de 2023.


O ataque elevou para três o número de palestinos mortos apenas nas primeiras horas de domingo
O ataque elevou para três o número de palestinos mortos apenas nas primeiras horas de domingo

A informação foi publicada pela agência palestina WAFA neste domingo (10). Segundo a agência, o drone israelense atacou um carro civil no bairro de Al-Amal, em Khan Younis, provocando a morte de dois palestinos e deixando outros feridos. As identidades das vítimas não haviam sido confirmadas até a publicação da reportagem.


O ataque elevou para três o número de palestinos mortos apenas nas primeiras horas de domingo. Antes do bombardeio em Khan Younis, forças israelenses já haviam matado outro palestino em um ataque contra uma reunião de civis no campo de refugiados de Maghazi, na região central da Faixa de Gaza.


As autoridades de saúde de Gaza informaram que o número de mortos desde outubro de 2023 chegou a 72.736 pessoas, enquanto o total de feridos atingiu 172.535. Os números foram divulgados em meio à continuidade das operações militares israelenses contra áreas residenciais, campos de refugiados, hospitais, escolas e estruturas civis do território palestino sitiado.

O ataque em Khan Younis ocorreu em um contexto de intensificação das operações militares israelenses na Cisjordânia ocupada e na Faixa de Gaza. Na segunda-feira (11), a agência WAFA registrou ações israelenses em diferentes cidades palestinas, incluindo demolições de instalações comerciais em al-Eizariya, a sudeste de Jerusalém ocupada, invasões em Belém e Nablus, ataques de colonos israelenses contra veículos palestinos a leste de Ramallah e operações militares no campo de refugiados de Tulkarm.


A WAFA também relatou que forças israelenses dispararam gás lacrimogêneo contra moradores do campo de refugiados de Tulkarm enquanto tentavam retornar para suas casas. Em outra ação, tropas israelenses detiveram três palestinos que realizavam reparos em tubulações de água danificadas no Vale do Jordão.


Na Cisjordânia ocupada, colonos israelenses estabeleceram um novo posto colonial a leste de Ramallah. Em Beit Einun, a leste de Hebron, palestinos foram atacados por colonos. Em Al-Ramadin, ao sul de Hebron, forças israelenses demoliram duas casas palestinas.


A agência palestina também publicou relatos de novos depoimentos de presos políticos palestinos sequestrados na Faixa de Gaza ocupada. Segundo instituições prisionais palestinas citadas pela WAFA, os depoimentos descrevem práticas de tortura, espancamentos e privação de atendimento médico em centros de detenção israelenses.


No campo de refugiados de Qalandiya, ao norte de Jerusalém, jovens palestinos morreram após disparos de forças israelenses. Em Silwan, Jerusalém ocupada, forças israelenses concluíram a demolição do térreo de um prédio residencial palestino.


A escalada israelense também prossegue fora da Palestina. Segundo dados publicados pela WAFA, o número de mortos na agressão israelense contra o Líbano subiu para 2.869 pessoas.


Em paralelo às operações militares, ministros das Relações Exteriores da União Europeia chegaram a um acordo sobre sanções contra colonos israelenses envolvidos em ataques na Cisjordânia ocupada, segundo informações publicadas pela WAFA em 11 de maio. A Organização das Nações Unidas também anunciou medidas contra colonos responsáveis por violência contra palestinos na Cisjordânia.


A agência palestina informou ainda que o Japão anunciou investimento de aproximadamente US$ 12 milhões, por meio de um fundo vinculado ao Banco Mundial, destinado à manutenção de serviços de saúde e estabilidade fiscal na Palestina.

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