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O Sol bate o recorde de atividade em 24 horas

O Sol registrou o maior número de erupções solares em um único dia nos últimos dois anos, conforme dados divulgados pelo Laboratório de Astronomia Solar do Instituto de Pesquisa Espacial da Academia Russa de Ciências. O levantamento indicou que, em cinco de julho de dois mil e vinte e seis, foram identificadas vinte e quatro erupções de classe C ou superior durante o período entre zero hora e vinte e três horas e cinquenta e nove minutos pelo horário GMT. O aumento da atividade solar ocorre após uma erupção de classe X registrada em trinta de junho, evento que elevou os registros de instabilidade na superfície da estrela.


#sun#real#image | Pinterest
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De acordo com o Laboratório de Astronomia Solar, a sequência de eventos representa o maior volume de explosões solares observadas em um intervalo de vinte e quatro horas desde o início do atual ciclo de monitoramento. A instituição informou que o pico registrado em cinco de julho superou os números observados nos dias anteriores, quando a atividade do Sol apresentou crescimento acelerado.


Em trinta de junho, a mesma organização científica havia comunicado a ocorrência de uma erupção solar classificada como tipo X, a categoria mais elevada da escala utilizada para medir esse fenômeno. Nas vinte e quatro horas anteriores ao evento, foram registradas dezessete erupções solares, sendo duas delas classificadas entre os níveis de maior intensidade.


As erupções solares são classificadas conforme o brilho da emissão de raios X liberada pelo Sol na faixa de comprimento de onda entre um e oito angstroms. O sistema de classificação utilizado pela comunidade científica divide esses eventos nas categorias A, B, C, M e X, em uma escala crescente de energia liberada.

As erupções da classe A correspondem aos eventos de menor intensidade, enquanto as da classe X representam as maiores liberações de energia observadas nesse sistema de medição. Entre essas categorias, as explosões de classe C costumam produzir efeitos limitados na Terra, enquanto eventos de classe M podem provocar interrupções temporárias nas comunicações de rádio em regiões próximas aos polos.


Já as erupções de classe X podem causar interrupções de rádio em escala global e gerar tempestades de radiação com duração prolongada, dependendo da intensidade do fenômeno e da direção em que as partículas solares são lançadas em relação ao planeta.


As informações foram divulgadas pelo Laboratório de Astronomia Solar do Instituto de Pesquisa Espacial da Academia Russa de Ciências e reproduzidas pela agência RT en Español.

 
 

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