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os EUA “não são uma nação que mata a tiros seus cidadãos na rua” Biden condena mortes em Minneapolis

O ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, criticou duramente nesta terça-feira (27) a resposta federal às manifestações em Minneapolis, após a morte a tiros de dois cidadãos americanos durante protestos contra operações de imigração. Biden declarou que a violência “trai os valores mais fundamentais” do país e pediu investigações transparentes sobre os episódios que desencadearam fortes reações públicas.


JOE BIDEN
JOE BIDEN

O ex-presidente Joe Biden emitiu nesta terça-feira uma declaração em que condena as mortes de dois cidadãos americanos em Minneapolis durante protestos contra ações de imigração e a atuação de agentes federais, afirmando que os acontecimentos “traiem os valores mais fundamentais” dos Estados Unidos e não refletem o que o país representa.


Biden destacou que os Estados Unidos “não são uma nação que mata a tiros seus cidadãos na rua” ou tolera que seus residentes sejam brutalizados por exercerem seus direitos constitucionais, e enfatizou que violência e terror “não têm lugar” no país, especialmente quando vêm de agentes do próprio governo.


O pronunciamento ocorre em meio a semanas de protestos em Minneapolis, estado de Minnesota, contra uma grande operação federal de imigração conhecida como Operation Metro Surge, que resultou na morte de Renee Good em 7 de janeiro e de Alex Pretti no último sábado, ambos por disparos de agentes federais durante confrontos com manifestantes contrários à presença das forças de imigração.


Biden também fez um apelo por “investigações completas, justas e transparentes” sobre os dois casos que chocaram a opinião pública, e disse que ele e sua esposa, Jill, enviam força às famílias e comunidades que amam as vítimas enquanto todos lamentam essas mortes “sem sentido”.


A reação do ex-presidente se soma às críticas de outros líderes democratas e de manifestantes que têm repudiado a intensificação das operações federais em Minnesota, dizendo que elas excedem o papel de fiscalização de imigração e violam direitos civis fundamentais.


Em resposta à escalada de tensão, o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, anunciou que alguns agentes federais começarão a deixar a cidade, após conversas com o presidente Donald Trump sobre a necessidade de reduzir a presença das forças de imigração diante da insatisfação pública.


Os episódios em Minneapolis também geraram questionamentos legais, com pedidos de avaliação judicial sobre a atuação federal no estado e debates sobre possíveis violações da constituição americana, aprofundando a controvérsia sobre a política de imigração e o uso de força por autoridades federais.

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