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NRA e outros grupos pró-armas dos eua pedem investigação sobre o assassinato de Alex Pretti

A Associação Nacional de Rifles (NRA) e outros grupos pró-armas dos Estados Unidos pediram uma investigação completa do governo Trump sobre o assassinato de Alex Pretti por um agente federal em Minneapolis. O governo Trump sustenta que Pretti portava uma arma e representava risco imediato aos agentes. No entanto, vídeos gravados por testemunhas não mostram Pretti empunhando qualquer armamento no momento em que foi alvejada, o que levou a versões conflitantes sobre a dinâmica do ocorrido.


Assassinato de Alex Pretti. Jan 2026
Assassinato de Alex Pretti. Jan 2026

Em comunicado, a NRA classificou como “perigosa e equivocada” a afirmação de um procurador federal de que pessoas armadas poderiam ser legalmente baleadas por policiais. A entidade defendeu cautela até a conclusão das investigações e criticou declarações públicas que, segundo ela, criminalizam cidadãos que cumprem a lei.


A reação da NRA foi direcionada a comentários feitos por Bill Essayli, primeiro assistente do procurador dos Estados Unidos para o Distrito Central da Califórnia. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou que se aproximar de policiais armados poderia justificar legalmente o uso letal da força. A declaração provocou forte reação de organizações pró-armas e de políticos de diferentes correntes ideológicas.


A organização Gun Owners of America afirmou que a Segunda Emenda garante o direito de portar armas, inclusive durante protestos, e que o governo federal não pode restringir esse direito. Já o deputado republicano Thomas Massie declarou que portar uma arma “não é uma sentença de morte”, mas um direito constitucional que deve ser respeitado por agentes do Estado.

Alex Pretti
Alex Pretti

Diante das críticas, Essayli afirmou posteriormente que suas palavras foram tiradas de contexto. Segundo ele, a declaração se referia a pessoas que abordam policiais armados de forma hostil e se recusam a obedecer ordens, e não a cidadãos que portam armas legalmente e de forma responsável.


O Departamento de Segurança Interna divulgou a imagem de uma arma que afirma pertencer a Pretti e reiterou que os disparos ocorreram durante uma tentativa de desarmá-la. A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, classificou a ação como “tiros defensivos”, alegando que os agentes agiram para proteger a própria vida e a de terceiros.



Autoridades de Minnesota, no entanto, contestaram a versão federal. O governador Tim Walz descreveu o relato apresentado pelo governo Trump como “absurdo” e acusou autoridades federais de distorcerem os fatos. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, comparou a operação a uma invasão e afirmou que o ICE tenta justificar o episódio como legítima defesa.


A morte de Pretti é o segundo caso fatal envolvendo agentes federais na região de Minneapolis neste mês, em meio à intensificação das operações do ICE.

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