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Brasil abre agência tributária na China para fortalecer comércio e combater ilegalidades

23 de jul. de 2025
1 min de leitura

O governo brasileiro anunciou a criação de uma agência tributária e aduaneira na China, como resposta ao crescimento do fluxo comercial entre os dois países. O novo posto do Fisco busca facilitar trocas, reduzir burocracias e combater práticas ilícitas que prejudicam o comércio bilateral.


Essa será a quinta Adidância Tributária e Aduaneira da Receita Federal no exterior, considerada estratégica desde 2023. A unidade terá como foco a troca direta de informações, o combate à evasão fiscal e ao contrabando, além de promover o alinhamento entre legislações tributárias brasileiras e chinesas.


Stuckert, Ricardo. Lula recebe presidente da China, Xi Jinping, no Palácio da Alvorada; Brasília, Brasil. 2024
Stuckert, Ricardo. Lula recebe presidente da China, Xi Jinping, no Palácio da Alvorada; Brasília, Brasil. 2024

A China é o principal parceiro comercial do Brasil desde 2009. O Ministério da Fazenda destacou que a presença de um adido especializado ajudará a destravar barreiras burocráticas e aumentar a eficiência das operações comerciais entre os dois países.


A medida se soma a outros acordos recentes entre Brasil e China. Em julho, os países firmaram um memorando para estudar a viabilidade de um corredor ferroviário bioceânico, ligando o Mato Grosso ao Pacífico. Em maio, Lula e Xi Jinping selaram quase 30 acordos e anunciaram R$ 27 bilhões em investimentos.


A aproximação sino-brasileira marca um novo capítulo na diplomacia econômica do Brasil, com foco em infraestrutura, integração e combate ao comércio ilegal em tempos de multipolaridade global.



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