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Somália afirma ter eliminado mais de 130 militantes do Al-Shabab, grupo salafista afiliado à Al-Qaeda

O Ministério da Defesa da Somália informou nesta quinta-feira (22) que mais de 130 militantes do grupo extremista Al-Shebab foram mortos durante uma operação no sul do país, realizada com apoio de forças regionais e parceiros internacionais. A ação teria durado mais de 24 horas e buscou repelir um ataque contra a cidade de Kudhaa, na região de Jubaland.


Moradores agitam bandeiras
Moradores agitam bandeiras

O governo da Somália anunciou que suas forças armadas, especialmente as forças especiais Danab, realizaram uma operação de segurança no sul do país que resultou na morte de mais de 130 militantes do Al-Shebab. Segundo o Ministério da Defesa, a ação foi conduzida em coordenação com as forças de segurança do estado de Jubaland e contou com apoio de parceiros internacionais.


De acordo com o comunicado oficial, a operação durou mais de 24 horas e teve como objetivo frustrar e repelir um ataque lançado pelo grupo extremista contra a cidade de Kudhaa. As autoridades somalis afirmam que houve combate direto no local, com resposta imediata das forças nacionais.


Ainda segundo o Ministério da Defesa, além das mortes, um número não especificado de militantes teria ficado ferido durante o confronto. O governo também declarou que veículos militares e armamentos foram apreendidos após terem sido abandonados durante a retirada dos atacantes.


As autoridades afirmaram que a área de Kudhaa e seus arredores estão agora sob “controle total” do exército somali. O comunicado acrescenta que as tropas permanecem em “alerta máximo” e que operações de estabilização continuam para evitar o que chamaram de “ameaças residuais”.

O Ministério da Defesa também declarou que as operações antiterroristas deverão seguir em curso até que o país alcance “paz, estabilidade e segurança duradouras”, em meio ao esforço do governo para retomar território e enfraquecer a capacidade operacional do Al-Shebab.


A ofensiva se insere em uma campanha militar ampliada desde agosto de 2022, quando o presidente da Somália, Hassan Sheikh Mohamud, anunciou uma “guerra total” contra o grupo. Desde então, o exército tem realizado sucessivas operações, com apoio de missões da União Africana e, em alguns casos, com suporte militar externo.


O Al-Shebab é afiliado desde 2012 à rede extremista Al-Qaida e atua com a meta declarada de derrubar o governo central somali, que é apoiado pela comunidade internacional, e estabelecer um Estado ultraconservador. O grupo mantém presença principalmente em áreas rurais do centro e do sul do país, mas também realiza ataques em nações vizinhas, como Quênia e Etiópia.

A Somália enfrenta instabilidade prolongada desde 1991, quando a queda de Mohamed Siad Barre mergulhou o país em um período de conflito interno e fragmentação política, cenário que favoreceu o avanço de grupos armados e crises humanitárias recorrentes.

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