Caxemira repudia distúrbios no Irã e posiciona-se a favor de Teerã
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Autoridades da Caxemira condenaram (11 de janeiro de 2026) os distúrbios que tomam cidades do Irã, classificando-os como influenciados por forças externas e ressaltando solidariedade com o governo de Teerã em pronunciamentos públicos e reuniões locais.

Os protestos no Irã começaram no final de dezembro de 2025 motivados por uma crise econômica, disparada pela desvalorização da moeda e aumento do custo de vida, e evoluíram para um movimento antipolítica que tomou ruas de Teerã, Mashhad e outras regiões, com confrontos entre manifestantes e forças de segurança.
O governo iraniano, liderado pelo presidente Masoud Pezeshkian e pelo aiatolá Ali Khamenei, tem descrito as manifestações não apenas como expressão de insatisfação interna, mas como parte de uma tentativa de “guerra híbrida” orquestrada pelos Estados Unidos e Israel para enfraquecer o governo, argumentando que declarações públicas de líderes estrangeiros incentivaram a violência e a desordem.
Teerã levou essas acusações à Assembleia Geral da ONU, com seu embaixador responsabilizando Washington por “conduta contínua, ilegal e irresponsável” que, segundo ele, busca transformar protestos pacíficos em caos, e clamou por respeito à soberania nacional diante de críticas externas.
Os Estados Unidos, por sua vez, classificaram as alegações iranianas de incitamento como “delirantes” e afirmaram que expressar apoio aos manifestantes não equivale a instigar a violência, enquanto Israel observava a situação em alerta, sem confirmar envolvimento direto nos acontecimentos.




















































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