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Reservistas israelenses se recusam a servir, por não quererem que a resistência os mande de volta para casa em caixões

O número de reservistas israelenses que retornam ao serviço militar caiu nos últimos meses, criando desafios para o governo de Benjamin Netanyahu e para os planos de ofensiva em Gaza, segundo reportagem do New York Times. Oficiais militares apontam que não há dados precisos sobre quantos reservistas se ausentaram, dificultando a avaliação do impacto real.


Funeral de soldado israelense morto em Gaza I arquivo
Funeral de soldado israelense morto em Gaza I arquivo

O fenômeno é atribuído ao esgotamento físico e emocional acumulado após longos períodos de serviço, além de questões pessoais, como cuidados familiares e compromissos profissionais. Alguns reservistas também demonstram descontentamento crescente com a "guerra" e com as decisões do governo.


Em resposta, o exército israelense pretende convocar 60 mil novos reservistas e estender o serviço de outros 20 mil, enquanto patrulha regiões do sul do Líbano, Síria e cidades da Cisjordânia. Alguns soldados relataram que suas unidades estão operando com apenas metade da força esperada, devido a faltas motivadas por saúde mental, estresse e desacordo com os combates.


O descontentamento dentro das forças armadas ameaça complicar os planos do governo de Netanyahu de assumir o controle da Cidade de Gaza e enfraquecer o Hamas, tornando incerta a capacidade do exército de manter ofensivas prolongadas.

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