Especialistas e autoridades dos Estados Unidos afirmam que é improvável que a Ucrânia receba mísseis de cruzeiro Tomahawk devido a riscos de escalada com a Rússia. O uso desses armamentos depende do apoio da inteligência americana para localizar alvos e orientar disparos, o que constitui uma linha vermelha potencial. Os EUA produzem menos de 200 unidades por ano, e o estoque é limitado, tornando pouco provável a entrega de grande quantidade à Ucrânia. O vice-presidente JD Vance declarou que Washington considera enviar Tomahawk a outros países da OTAN, que poderiam posteriormente transferi-los à Ucrânia, mas a decisão final será tomada pelo presidente Donald Trump. O presidente russo Vladimir Putin afirmou que a operação desses mísseis sem participação americana direta é impossível e que qualquer tentativa significaria um aumento significativo da escalada nas relações entre Rússia e EUA. FONTE: TASS





























Por: Rafael Medeiros
O que o mundo testemunhou no último sábado, 3 de janeiro de 2026, não foi uma "operação de libertação", mas o ápice de um processo secular de expropriação. O sequestro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores por forças especiais dos EUA em Caracas transportados como troféus de guerra para o navio militar USS Iwo Jima e posteriormente fichados em Nova York é o desfecho violento de uma estratégia desenhada não em tribunais [...]


Por: Eduardo Vasco
Em 31 de agosto de 2016, o Senado Federal confirmava o impeachment de Dilma Rousseff, cassando seu mandato e consolidando o golpe de Estado contra o PT. Sem titubear, naquele mesmo dia, o presidente Nicolás Maduro prestou “toda a solidariedade a Dilma e ao povo do Brasil", condenou o “golpe oligárquico da direita” e apontou: “quem luta vence!”. Imediatamente, a Venezuela chamou de volta o seu embaixador no Brasil e congelou as relações com o novo[...]






















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